Pensamento

Jogue toda sua raiva para fora.
Olhe pela janela, para o céu ensolarado, e respire bem fundo.
Ria por tudo!
Chore por algumas coisas!
Afinal, quem perde são as outras pessoas.
Procure sua força mais escondida, para terminar aquelas tarefas inacabadas.
Estude! Afinal alguns ganharam a vida assim.
Acredite em mim, e não deixe de acreditar em você. Pois o que você faz de melhor te fará progredir.
Então!
Cante, dance, escreva, converse, observe… E tente encontrar a alegria para viver!
Obs: Só ler isso não fará você melhorar!
Creia e haja em seu benefício.

A sugestão de música é Feeling Good – Muse

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Parabéns Siaht

Dia 9, 40° dia no ano!
Dia especial, pois nasce Carmem Miranda, Carole King e Constantino XI. O Volta Redonda Futebol Clube é fundado. O grupo Blink-182 retorna aos palcos, Os Simpsons passam Os Flintstones como a série que mais tempo passou no horário nobre da televisão. Nelson Mandela se torna o 1º presidente negro da África do Sul. O cometa Halley aparece. A taça Davis é criada, e o Voleibol é inventado por William George Morgan nos EUA.
Entre muitas coisas, morre Júlio Prestes político brasileiro, Carlos Coimbra da Luz presidente do Brasil, Bill Haley músico de rock and roll estadunidense, Blecaute cantor e compositor brasileiro.
Todos esses acontecimentos, entre outros, foram em anos diferentes, desde 474 d.c até o dia de hoje. Porém, no ano de 1992 percebi que não aconteceu nada além do nascimento da pessoa mais importante pra mim. Acho que Deus reservou essa data pra esse acontecimento!
Thais nasceu no dia 9 de fevereiro do ano de 1992 em Petrópolis. Um dia bom e especial!
Parabéns para mim!

Peço a vocês que coloquem como comentário uma música pra mim!


O tal do amor

Eu queria ter o que dizer do amor, mas ele me magoa, me retrai, me sufoca, me abandona… me faz feliz, me surpreende… Viu?!
Mais uma vez, sempre a mesma coisa, essa incoerência.

O que dizer do amor?
-Sei lá. Será que é mais um dos muitos sentimentos?
-Pode ser.
-Ou não, né?
Eu só sei que a cada dia em que eu estava com ele, eu me sentia feliz.
Quando ele me envolvia com seus inconsequentes abraços, eu mal conseguia respirar.
Quando ele me beijava, meu coração batia numa intensidade louca.
Quando falava comigo, eu nunca me distraía.
-Será que isso é amor?
-Não sei.
Quando estava ao lado dele, eu era quem desejava ser. Porém depois de um tempo, o amor ficou ignorante, ríspido, chato. Isso não pode ser amor, é qualquer coisa, menos amor. Porém ao mesmo tempo que eu o odeio eu o quero mais e mais.

O tal do amor é incoerente. Pronto!

Deixarei a música:

Always Where I Need To Be  da banda The Kooks.


Em 1h e 50min.

Creio que, da janela de um ônibus, posso reparar em tudo.

Eu vejo ruas escuras e iluminadas, carros para todos os gostos, e pessoas.
Também observei shoppings, igrejas, e mais pessoas.
E o ônibus parava, e subia e descia gente. Isso tudo dentro de um retângulo com chassi, revestido de alumínio, com bancos dentro.

Um dia, um pouco distraída, me peguei olhando para o asfalto, e fiquei pensando em tudo que passava por sobre ele. Vi as marcas pelas quais os homens fizeram para mostrar por onde os automóveis deviam prosseguir. Uns buracos que com o tempo ficavam mais profundos, e emendas no que antes eram buracos. Haviam também divisões nas pistas.
Confesso que me incomodei com as estradas sem asfaltos, pois de tanta pedra, eu mal conseguia escrever. Aí quando voltou o asfalto, começaram a surgir os irritantes quebra-molas. Alguns eram tão altos e outros tão baixos…
Quando estava sol, eu pude sentir a quentura do asfalto. Quando estava frio e chuvoso, o ônibus andava um pouco mais cauteloso para não derrapar.
O perigo eram os caminhões cheios de combustíveis, prontos a explodir a qualquer batida.

Depois de 1h e 50 min. no ônibus, desci, e pisei no asfalto…

Em minha vida, observo muitas pessoas.
Vejo suas aparências superficiais, cheias de informações.
Vejo pessoas indo e vindo, pelas linhas da amizade e intriga.
Vejo as divisões que fazem no meio social.
As vejo com emoções a flor da pele.
Vejo o quanto seus corações possuem buracos, e cicatrizes no que antes eram profundos buracos.

Posso dizer que, nossos corações são como estradas, onde pessoas fazem o que bem entendem, a partir do momento em que damos extensão para elas.
Então não se aborreça se alguém pisar no asfalto do seu coração, pois certamente você pisou, esta pisando, ou vai pisar em algum.
Algumas situações são inevitáveis, serve para nosso crescimento. Mas outras…
Você observará se olhar da janela do ônibus.



A música deste post é: Ja posso Suportar – Do Apocalipse 16 com o Davi Saccer!


O que você quer?

O que eu queria?
Eu queria não sentir dor no joelho.
Não queria ser obrigada a fazer certas coisas, aturar certas pessoas.
Como Clarice já disse: “o que eu desejo ainda não tem nome.”

Mas será que ter ao meu alcance todas as minhas vontades, me faria ficar satisfeita?

Estaria bom, não sentir dor no joelho, e ter que ir à aula de karatê, naquela sexta à noite que eu estava tão triste?
Não ser obrigada a ficar de pé para um senhor de idade dentro do ônibus, e aquele moço de 70 anos descansar seu cansaço?
Aturar aquele professor rude, que só vai me ensinar aquela matéria chata de ciência política, pra eu aprender e nunca mais esquecer?
Será que é bom sempre enxergar as coisas, pessoas e situações, com um olhar crítico?
Ou é melhor viver os momentos, e deixar a vida te levar?
Será que a liberdade é tudo na vida do homem? Ou será que ela o aprisiona?
Será que é bom se arrepender dos erros, ou melhor tirar uma lição deles?
É melhor pensar no futuro,esquecer o passado, e tentar viver o presente melhor do que nunca?
É bom se apaixonar por pessoas, lugares e coisas?

Se alguém puder me responder, por favor, não responda!
Viver com essas dúvidas esta sendo bom, me faz ser quem sou hoje.
E quem eu sou?
Ahhh… Isso aqui não é orkut!

Mas agora responda a você mesmo(a). O que você quer?


A música que eu escolhi hoje é: Faz-me Brilhar – Santa geração


Andando por aí

Por que será que alguns momentos de nossas vidas não tiram nosso fôlego?
Pergunto-me isso todos os dias.

Lembro-me de estar sentada numa praça, olhando fixamente o meio fio, com as mãos trêmulas, escrevendo essas palavras em minha mente, para distrair os exatos 3 minutos e 25 segundos, que você demorou a chegar.

Neste tempo, lembrei de umas meninas sentadas numa ponte, esperando o colírio passar. E ele com aquela altura, não havia quem não se apaixonasse. Eram quatro ou cinco meninas, todas vidradas no “look” do rapaz. Eu quando terminei de pensar nisso, você chegou, e não há muito que falar.

Ele era tudo que eu havia imaginado, porém me pergunto se eu era o que ele pensava.

No silêncio de nossa conversa, recordei a história que me contaram há tempos. Sobre uma menina que de tão comum, acabou hipnotizada pelo cara errado. E ela se perguntava por que não conseguia esquecê-lo. Pois ele não valia nenhum tostão furado. Então, enquanto você dirigia, eu cheguei à conclusão de que, o amor não é cego, pelo contrário, ele enxerga demais, e acaba vendo coisas boas onde não existem, além de ser extremamente otimista. Putz! Acho que acabei descobrindo o que acontecia com a menina em relação ao cara.

Enquanto estou aqui, viajando em meus peculiares pensamentos, você olha para mim, e repara na minha distração, e me pergunta, com esse seu sorriso irresistível, se estou bem. E eu, claro, respondo positivamente. Nessa hora, me dou conta de que você não quer saber de mim. Só me perguntou se estou bem? –Passei a não estar bem!
E encosto minha cabeça no banco e descaradamente fecho meus olhos, e começo a relembrar minha infância, e de como cresci e como nunca precisei de muitas amizades, pois as três que eu possuía valiam mais que mil.
Não sei dizer se você se irritou comigo, mas, repentinamente você parou o carro, respirou fundo, tirou lentamente as mãos do volante, virou o rosto e olhou nos meus olhos, com esse seu olhar inconfundível de quem quer tudo, segurou minha mão esperando uma palavra da minha parte. E nesse exato momento, a ficha cai, e eu percebo que nesse pequeno espaço de tempo que eu passei com você, eu pensei em tudo e todos, só que não conseguia pensar em você. E eu traduzi tudo em uma única frase: – Eu enjoei de você!

A musica de sugestão, esta nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=jwXYbH0NRZg


Definiendum

Estou há um bom tempo sem postar, mas não é por falta criatividade para criar textos. O caso é: Estou sem tempo! Mas aprendi que temos tempo pra nossas prioridades, portanto, consegui escrever um pouco e estou aqui!
Nesses dois últimos anos, minha vida deu muitas reviravoltas, mas continuo sendo a mesma Thais, aquela que sempre fala as coisas erradas nas horas erradas, por exemplo.
Eu sou assim. Sou:

A Nega pra Katiúscia,
Nega Juju pra Isa Fabelo,
Inconveniente pro Léo,
Chata pro Douglinhas,
Dramática pro Wisten.
Menina Maluca pro Vicktor, Bryan e Renan.
Fontes pro prof. Vitor,
Neguinha Danada pra minha xará Thais e prof. Hélio Chico,
Flor pra Marisa.
Thaisi pro Danielzinho,
Tháis Fontês pro Isac,
Thatais pro Juninho
Thaisinha pro Vitor Sanches,
Glutona pra Tati,
Amiga Michael Jackson pra Débora,
Doida pra Rosi,
Garotinha pro Nehemias,
Amiga Linda pra Esther,
Munina pro Wallace,
Eminente pro Jefferson,
Metida pro Filipe…

Ganhei muitos adjetivos pejorativos, distribuíram variáveis do meu nome, alguns elogios… Para falar a verdade, se eu fosse escolher uma palavra que me definisse, eu não seria nenhum pouco narcisista. Eu leria o dicionário, não conseguiria escolher somente uma palavra. Eu teria que escrever umas frases, e no final, sairia com certa incoerência. Eita!!! Já sei, Incoerência poderia ser a palavra.

Incoerência – Estado do que é incoerente.
Discrepância, falta de lógica, inconseqüência.

Para mim, há certo sentido. Porém, tem vezes que também me considero uma comédia.
Eu vivo me atrapalhando, enrolando, pagando mico. E quando eu digo “pagando mico”, não é somente cair na rua.
Um dia desses estava no ônibus, voltando da aula de Direito Penal. Era 22h35min, estava frio, a maioria das janelas estavam fechadas, exceto uma, que se localizava no banco da frente. O ônibus estava um pouco cheio, e eu, educadamente me inclinei e falei com o moço moreno:
– Moço, o senhor poderia fechar a janela? Por favor!
E ele nem sequer olhou para trás, ou fez um movimento negativo com a cabeça. Na hora eu pensei que ele poderia não ter escutado. Então repeti:
– Moço, o senhor poderia fechar um pouco a janela? Por favor!
Eu agora pedi para ele fechar um pouco, para ver se ele aceitava essa negociação. Mas ele nem olhou. A essa altura do campeonato, já tinha algumas pessoas disfarçando uma suposta gargalhada. Então, eu como sempre fui otimista, comecei a pensar que ele poderia estar dormindo, e resolvi encostar nele, para chamá-lo. Quando encostei no ombro dele, ele virou rapidamente pra mim e balançou os ombros, num sentido de querer perguntar o que eu quero. Foi aí que percebi que o moço moreno era deficiente auditivo. Há uns dois anos atrás, fiz um pequeno curso de libras de sinais, então fiz os sinais pra ele, pedindo que fechasse a bendita janela.
Todas as pessoas, que tiveram oportunidade de presenciar essa cena, começaram a rir por uns dez minutos sem parar. E eu? Eu ri mais ainda!
Parece que todo dia, eu passo vergonha. Aonde eu vou, tem que haver uma história para eu contar depois.
Enquanto estou escrevendo, pensei em várias outras definições. Então, penso, se existem tantas palavras, me considero uma pessoa com características indefinidas.

Indefinida: Que não se pode delimitar: espaço indefinido.
Que não se pode definir, explicar.
Incerto, indeciso, indistinto.

Há certa coerência nisso, e quem me conhece sabe. E quem não conhece, espero que não se assuste, sou assim, mas sou legal. Às vezes chata. E se você está achando que só por falar isso, já estou me definindo, confesso que não estou. Não sei se me faria bem, um dia descobrir o que me define, às vezes eu gostaria de saber, às vezes não. E eu só aviso uma coisa: Não se engane, como diria o Rafael… Sou nenhum pouco apaixonante!
Tirem suas conclusões, e se quiserem comentar, comentem!

Aprenda!!!

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Eu havia prometido, a mim mesma, que não copiaria poemas ou pensamentos de outros para o Thaisilistica, porém, ultimamente estou me encantando com uma escritora chamada Tati Bernardi. Eu não sei se vocês já ouviram falar nela, mas eu obviamente sim, e fiquei fascinada com o que ela escreve. Confesso que uma das minhas inspirações que cito no primeiro post, é ela.

Vou deixar um trecho de um texto dela! E claro: uma musica.

“Outro dia desses, eu estava num bar com um amigo e ele começou a falar de todos os filmes, livros e músicas que eu tanto queria que você falasse. No final da noite eu só queria estar ouvindo aquela merda daquele cd do Alpha Blondy, esses intelectuais de merda não chegam aos pés do seu sorriso e nunca vão ter de mim esse amor tão puro, tão absurdo e tão sem fim que eu tinha por você. A fidelidade não é uma escolha e nem um sacrifício, ela é uma verdade. Por mais que eu tente, só sinto nojo. A gente não se fala mais, eu nem sei mais por onde você anda, eu até tenho o impulso de tentar de novo com outros homens, mas eu só sinto nojo. (…) Eu tenho um milhão de motivos pra fugir de pensar em você, mas em todos esses lugares você vai comigo. Você segura na minha mão na hora de atravessar a rua, você me olha triste quando eu olho para o celular pela milésima vez, você sente orgulho de mim quando eu solto uma gargalhada e você vira o rosto se algum homem vem falar comigo. Você prefere não ver, mas eu vejo você o tempo todo.”

A música de hoje, inspirada em mim mesma, é: Crazy do Gnarls Barkley. Ou tente achar a versão dessa mesma música com o The Kooks.